sábado, 10 de março de 2012

Caguei montão!!

   Quer dizer que o Ricardo Teixeira foi "curtir" um câncer em Miami e deixou seus pupilos a cá? O pedido de licença médica do Mister é um sinal que o poder dele já não é tão grande, mas o sistema falido de gerenciamento do futebol brasileiro irá continuar.
   Já que a presidente Dilma minou os poderes de Teixeira, ela deveria continuar na faxina.
   Ela não fara isso.
   O novo presidente, José Maria Marin, é do mesmo grupo. De fato, não muda nada.
   Aqui podemos fazer uma analogia com o estado paralelo do Rio de Janeiro, o tráfico de drogas. Muda-se o dono da boca, mas os poderes continuam o mesmo. Lá, no Rio, muda o chefe, mas as benfeitorias, coisas que o estado deveria prover, como segurança, saúde e educação, é feito pelo dono do morro. Não importa quem seja.
   Na CBF é o mesmo. Um principio de rebelião das federações estaduais pode ser visto, mas logo apaziguado com grana ou distribuição de outros agrados, ou sabe se lá o que.
   A CBF deveria cuidar apenas da copa do Brasil. Os clubes deveriam dar um chute na bunda da confederação e organizarem uma liga aos moldes da inglesa. Eles também não faram isso. Uma pena. Teriam o apoio popular. Assim continuamos no mesmo ciclo de suicídio do futebol brasileiro.

 

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